Segurança

Programa Olho Vivo ajuda a recuperar 46 veículos em um mês no Paraná

Com o início da operação plena em cidades como Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Colombo e Cascavel, o programa Olho Vivo, iniciativa do Governo do Estado do Paraná que integra câmeras inteligentes e inteligência artificial ao trabalho policial, começa a apresentar resultados cada vez mais expressivos. O Olho Vivo conta atualmente com mais de mil câmeras instaladas em 22 municípios. Policiais que atuam nessas regiões estão passando por treinamentos para adesão ao programa.

 

Entre os dias 22 de fevereiro e 17 de março, a plataforma contribuiu para a recuperação de 46 veículos e a realização de 58 prisões.

 

Em São José dos Pinhais, por exemplo, dois roubos de veículos registrados na mesma madrugada foram solucionados em menos de uma hora com o apoio das câmeras. A partir da criação imediata de alertas, o sistema orientou equipes da Polícia Militar com precisão, resultando na recuperação dos veículos, na prisão de três suspeitos e na apreensão de uma arma.

 

Em Londrina, o monitoramento de padrões de comportamento permitiu identificar motocicletas utilizadas em entregas de drogas. A análise da rotina dos suspeitos levou a duas abordagens em momentos estratégicos, com apreensão de entorpecentes, celulares e veículos.

 

Já em Paranaguá, um homicídio foi esclarecido após o sistema cruzar características de um veículo suspeito — como modelo e avarias — com dados captados pelas câmeras. O automóvel foi localizado no dia seguinte, com placas falsas.

 

A tecnologia também tem sido fundamental na identificação de fraudes mais sofisticadas. Em Araucária e Almirante Tamandaré, o sistema detectou o uso simultâneo de uma mesma placa em cidades diferentes, sinalizando um caso de clonagem. A abordagem confirmou a adulteração e levou à apreensão do automóvel.

 

Além disso, a plataforma apoiou a recuperação de veículos furtados e contribuiu para a resolução de crimes graves, incluindo ocorrências envolvendo vítimas vulneráveis.

 

Texto e foto: reprodução/AENPR, com edição NH Notícias

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