Cotidiano

Paraná reforça alerta contra sarampo e importância da vacinação contra o vírus

SARAMPO – Este ano a campanha de vacinação contra o Sarampo está sendo realizada junto com a vacinação da gripe, reforçando a necessidade da prevenção tanto contra os vírus respiratórios, quanto para doenças que já foram erradicadas - Curitiba, 26/04/2022

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), reforça a importância da vacinação contra o sarampo para evitar a reintrodução da doença no Paraná. O alerta ocorre após a confirmação do primeiro caso importado no Brasil em 2026, registrado em São Paulo, de um bebê de seis meses com histórico de viagem recente à Bolívia.

 

O Brasil foi recertificado como país livre do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em novembro de 2024. No entanto, o aumento expressivo de casos nas Américas entre 2024 e 2026 preocupa as autoridades sanitárias. Foram 1.031 casos confirmados no continente nos primeiros meses de 2026 e o número é 45 vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

 

Segundo informações da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) do Ministério da Saúde, o Paraná mantém uma das maiores coberturas vacinais para a tríplice viral do País, o que tem contribuído para manter a população protegida. Em 2025, a cobertura de vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) de crianças de 1 ano de idade no Paraná foi de 96,91% na primeira dose e 89,72% na segunda dose.

 

Apesar dessa conquista, a proximidade com países que enfrentam surtos da doença, como Argentina, Bolívia e Paraguai, mantém o alerta ativo nas autoridades sanitárias paranaenses.

 

A vacinação contra o sarampo é oferecida gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Estado. O calendário regular é com a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

 

Em jovens e adultos até 29 anos, o esquema vacinal é de duas doses da tríplice viral. Em adultos entre 30 e 59 anos, o esquema recomendado é de uma dose. Trabalhadores de saúde, independente da idade, necessitam receber duas doses.

 

Texto e foto: reprodução/AENPR, com edição NH Notícias

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