Cotidiano

Maior aquário cilíndrico do mundo explode e mata seus 1,5mil peixes

Um aquário gigante explodiu em um hotel de luxo em Berlim nesta sexta-feira (16), enviando um jato de água e 1.500 peixes tropicais para o saguão e deixando dois feridos sem gravidade. O AquaDom, uma estrutura com cerca de 14 metros de altura, é apresentado em seu site como “o maior aquário cilíndrico do mundo”.

 

Um aquário gigante explodiu em um hotel de luxo em Berlim nesta sexta-feira (16), enviando um jato de água e 1.500 peixes tropicais para o saguão e deixando dois feridos sem gravidade. O AquaDom, uma estrutura com cerca de 14 metros de altura, é apresentado em seu site como “o maior aquário cilíndrico do mundo”.

 

As paredes de vidro do aquário quebraram às 5h50 da manhã (1h50 no horário de Brasília), de acordo com a polícia e os bombeiros.

 

A estrutura, com um milhão de litros de água, estava localizada no saguão do hotel Radisson Blu, na área turística da catedral e da Ilha dos Museus.

 

Além de causar “grandes danos marinhos”, o incidente deixou dois feridos leves, que foram levados ao hospital.

 

O aquário estava equipado com um elevador de vidro, que permitia aos visitantes observar a vida marinha por dentro. Os quase 300 hóspedes foram retirados do hotel.

 

RESULTADO

 

Pela manhã, havia objetos quebrados no chão, em frente à entrada aberta do estabelecimento.

 

A prefeita de Berlim, Franziska Giffey, disse que se o incidente tivesse ocorrido uma hora depois, provavelmente teria deixado vítimas.

 

Os 1.500 peixes que viviam no aquário não puderam ser salvos.

 

As causas do incidente ainda são desconhecidas. O aquário simplesmente “explodiu”, destacou o porta-voz dos bombeiros.

 

O Sea Life Aquarium, localizado nas proximidades, “permanecerá fechado até novo aviso”, disse Marcel Kloos, diretor regional de sua empresa controladora, a Merlin Entertainments.

 

O museu da RDA, localizado nas proximidades e construído no porão, foi parcialmente inundado e provavelmente permanecerá fechado até o final de fevereiro, disse seu diretor Gordon Godin ao jornal regional Berliner Kurier, acrescentando que aproximadamente “30% da área de exposição foi destruída”.

 

Texto e foto: reprodução/UOL

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