Cotidiano

Grupo Potencial anuncia R$ 6 bilhões em investimentos no Paraná

O Grupo Potencial inicia um novo ciclo de crescimento, com investimentos de R$ 6 bilhões no seu complexo industrial na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, até 2030. Nessa quarta-feira (25), o grupo inaugurou sua nova esmagadora de soja e a segunda maior planta de glicerina refinada do mundo, que teve a presença do vice-governador Darci Piana e marcam o início das operações das novas estruturas industriais.

 

O novo ciclo de expansão vai consolidar o complexo industrial paranaense como um dos mais avançados e integrados polos de agroenergia do mundo. A expectativa é ampliar significativamente a capacidade produtiva da companhia, que se consolidará como a maior indústria de biodiesel em planta única do mundo, projetando o grupo como líder global de agroenergia.

 

A estratégia tem como base o crescimento modular e a verticalização da cadeia produtiva, integrando esmagamento de soja, produção de biodiesel, etanol de milho, óleo degomado, DDGS, biogás e infraestrutura logística. A projeção anual inclui a produção de até 1 bilhão de litros de etanol, 1,7 bilhão de litros de biodiesel, 500 milhões de litros de óleo degomado e 9 milhões de metros cúbicos de biogás, consolidando um modelo industrial integrado que conecta soja, milho e geração de energia renovável.

 

Até o fim de 2026, estão previstos novos lançamentos, incluindo a terceira planta de biodiesel, a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) em circuito fechado, a implantação de dutos para transporte de biocombustíveis e gás e iniciativas voltadas à meta de resíduo zero. Apenas para o gasoduto serão investidos R$ 300 milhões, sendo que R$ 100 milhões serão aportados pela Companhia Paranaense de Gás (Compagás). Atualmente, cerca de 95% de todos os resíduos gerados em suas operações já são reaproveitados.

 

Na etapa seguinte, prevista para 2028, o Grupo Potencial avançará na expansão da produção de etanol de milho, ampliando a diversificação energética e fortalecendo a integração da cadeia de agroenergia.

 

Texto e foto: reprodução/AENPR, com edição NH Notícias

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