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Denúncias anônimas levam à prisão de dois suspeitos de desmatamento

Denúncias anônimas via Disque-Denúncia 181 leva à prisão de dois suspeitos de desmatamento  -

Informações passadas via Disque-Denúncia 181 indicaram a ocorrência de crimes ambientais nos municípios de Campo do Tenente (Sul) e Enéas Marques (Sudoeste). As queixas resultaram em uma operação deflagrada pelo Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), que prendeu dois proprietários de terra suspeitos de desmatar áreas de preservação ambiental.

 

Devido à destruição da mata nativa, eles receberam quatro Autos de Infração Ambiental (AIA), totalizando R$ 75 mil. Após a verificação pelo BPAmb, os dois envolvidos nos crimes ambientais foram conduzidos para delegacia para aplicação as medidas criminais e administrativas.

 

Segundo informações do BPAmb, em Campo do Tenente foi localizada a maior área desmatada, cerca de 62,6 mil metros quadrados, que serviam para ampliação de área de plantio e instalação de tanques de criação de peixes. As atividades não tinham autorização do órgão ambiental e, por isso, o proprietário foi identificado e autuado em R$ 57 mil.

 

No município de Enéas Marques, foram localizados 15,8 mil metros quadrados de área de preservação degradada. O suspeito foi identificado no local e autuado em R$ 18 mil. Todas as áreas desmatadas foram embargadas para a posterior recuperação.

 

OPERAÇÕES

 

Diversas operações ainda ocorrem neste mês de outubro sob comando do Batalhão de Polícia Ambiental em integração com o Disque-Denúncia 181. O objetivo destas ações é realizar ciclos de fiscalização de maneira constante em diferentes regiões do Estado, a fim de coibir crimes ambientais. Cabe ressaltar a importância da participação do cidadão por meio das denúncias ao 181, que levam às fiscalizações ambientais.

 

COMO DENUNCIAR

 

O contato com as forças policiais pode ser feito via telefone, discando 181, de forma gratuita. Também é possível registrar a denúncia pela internet, onde deve ser preenchido um formulário com as informações sobre o crime. Tanto pelo telefone quanto pela internet é possível manter o anonimato.

 

Texto e foto: reprodução/AENPR

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