Cotidiano
Abate de javalis cresce mais de seis vezes em Santa Catarina, mas cenário preocupa

Apesar do crescimento de pedidos de manejo de javalis em Santa Catarina nos últimos anos, os animais seguem preocupando os setores produtivos e o meio ambiente do Estado.
Por ser uma espécie invasora e perigosa, o território não possui meios de controle naturais para o javali, que se reproduz rapidamente e é capaz de devastar plantações.
De acordo com a Instrução Normativa Ibama nº 12/2019, no Art. 7º, as pessoas físicas e jurídicas que realizarem o controle do javali deverão encaminhar as informações referentes às atividades realizadas por meio do Relatório de Manejo de Espécies Exóticas Invasoras disponível no sítio eletrônico do Simaf.
Isso deve ocorrer sempre que finalizarem o manejo declarado ou, no mínimo, por ocasião de cada pedido de renovação. Sendo assim, os dados podem apresentar inconsistências por falhas de cumprimento da autodeclaração após o pedido dos manejos.
Pelas normas do órgão, o controle dos javalis inclui a perseguição, o abate e a captura seguida de eliminação direta. Toda a ação deve ser realizada por meios físicos, incluindo instrumentos de abate como armas brancas e de fogo. Quaisquer maus-tratos aos animais estão proibidos.
Já o uso de substâncias químicas, salvo anestésicos, só é permitido mediante autorização de manejo de espécies invasoras, que deve ser solicitada no Simaf. Ainda estão previstos os usos de armadilhas e de cães nas atividades de controle.
Texto e foto: reprodução/ND Mais, com edição NH Notícias








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