Agronegócio

Casa Familiar Rural de Cândido de Abreu participa do IX Encontro de Agroecologia do Vale do Ivaí

Os alunos do 3º ano do Curso Técnico Agrícola da Casa Familiar Rural de Cândido de Abreu participaram nessa quinta-feira (17) do IX Encontro de Agroecologia do Vale do Ivaí, realizado no Câmpus do Instituto Federal do Paraná (IFPR), em Ivaiporã.

 

Durante o encontro, os estudantes organizaram um estande para apresentar e divulgar parte das experiências e trabalhos desenvolvidos pela Casa Familiar Rural, envolvendo temas como saneamento básico no meio rural, conservação dos recursos hídricos, manejo de resíduos sólidos e o projeto “Cultivando Futuro”, entre outras iniciativas desenvolvidas pela instituição.

 

O espaço também contou com a disponibilização de duas variedades de sementes crioulas de milho e duas de feijão, provenientes de sistemas orgânicos de produção dos municípios de Palmeira e Imbaú, no Paraná, adquiridas através do Projeto Cultivando Futuro, da CFR.

 

A iniciativa contribui para o resgate, a conservação e a difusão das sementes crioulas, valorizando variedades adaptadas às condições locais, a diversidade genética e os conhecimentos tradicionalmente associados à sua produção e conservação. Ao promover o contato dos estudantes e da comunidade com essas sementes, a escola também contribui para que esse patrimônio agrícola continue sendo conhecido, multiplicado e utilizado pelas novas gerações.

 

Além da exposição dos trabalhos, os alunos participaram, durante o período da manhã, de palestras sobre agroecologia e, à tarde, de oficinas técnicas, ampliando suas experiências e conhecimentos a partir do contato com diferentes profissionais, produtores, estudantes e iniciativas ligadas à agricultura sustentável.

 

Para a Casa Familiar Rural, a participação dos jovens em eventos como este representa também uma importante oportunidade de formação e treinamento. Ao sair do espaço escolar, apresentar aquilo que fazem, dialogar com outras pessoas e conhecer novas experiências, os estudantes passam a se perceber não apenas como aprendizes, mas como parte ativa dos processos de construção e difusão da agroecologia no território.

 

Texto e fotos: reprodução/assessoria

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