Cotidiano

Noiva surpreende convidados ao jogar caixa de Mounjaro em vez de buquê

Uma noiva de Turvo, no Sul de Santa Catarina, viralizou nas redes sociais após inovar em um dos momentos mais tradicionais de casamentos: em vez de jogar o buquê, ela lançou uma caixa do medicamento Mounjaro (tirzepatida) para as convidadas. O casamento aconteceu no dia 25 de abril, mas o vídeo começou a circular no início de maio e, até esta quarta-feira (6), já soma mais de 200 mil visualizações.

 

Nas imagens, a noiva, Luara Bettiol (32 anos) aparece animando as convidadas enquanto segura a caixa do medicamento. Um homem no palco anuncia que chegou a hora do buquê, mas que seria “diferente”. As mulheres se reúnem no salão.

 

Luara explicou que a caixa estava vazia e que a ideia fazia parte de um planejamento maior para tornar o casamento marcante. Segundo ela, cerca de 80% da cerimônia foi patrocinada, o que exigia ações criativas para dar visibilidade aos fornecedores.

 

Ela contou que cada detalhe foi pensado para se destacar, desde a escolha do salão comunitário até os dois vestidos de noiva, um deles vindo de Curitiba e outro produzido para valorizar o trabalho de uma costureira.

 

“Teria que fazer algo diferente pra poder chamar a atenção do público. Peguei o salão da minha comunidade, aqui de Turvo pra poder a decoradora transformar o salão e mostrar o serviço dela. E por diante, foi pensado tudo nos mínimos detalhes, tudo que iríamos fazer diferente pra poder justamente se destacar”, disse.

 

A decisão de trocar o buquê pelo medicamento surgiu por um motivo curioso: quase não havia convidadas solteiras.

 

“Mandei fazer um buquê de mil reais para jogar para as convidadas. Mas, quando chegou, meu marido olhou e disse: ‘Bah, amor, como tu vai jogar o buquê se só tem duas solteiras no casamento?’ Todas as pessoas presentes eram casadas, inclusive, já tinham feito cerimônia. Então essa foi a questão”, explicou.

 

A partir disso, a noiva buscou uma alternativa criativa. Como tinha parceria com uma clínica estética e sabia que o medicamento está em alta, cogitou a ideia junto ao marido. Inicialmente, houve dúvidas, mas a proposta evoluiu com a inclusão de acompanhamento médico.

 

Luara afirmou que conversou com uma médica responsável, que autorizou a ação desde que a pessoa que ganhasse passasse por consulta e avaliação.

 

“A doutora disse que não tinha problema, mas que precisaria fazer os exames e verificar se havia necessidade de uso”, relatou.

 

No fim, a convidada que pegou a caixa optou por não utilizar o medicamento e preferiu trocar por outro procedimento estético na clínica.

 

Texto e foto: reprodução/g1, com edição NH Notícias

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