Cotidiano
Adolescente luta para sobreviver a doença de pele misteriosa

Um adolescente (15 anos), morador de Canoinhas, no Planalto Norte de Santa Catarina, vive uma batalha após o agravamento de uma doença de pele ainda sem diagnóstico confirmado.
Cristian, que tem síndrome de Down, é autista e não verbal, enfrenta há cerca de um ano uma condição que tem mobilizado a família em busca de respostas. Na pele do adolescente, feridas escamosas mostram a gravidade do problema.
A mãe de Cristian, Camila De Moraes Spak (31 anos) disse que inicialmente se desconfiava de uma escabiose, popularmente conhecida como sarna. Porém, ninguém da família havia contraído nada parecido.
“Começou a piorar e quando começaram as ‘crostas’, procuramos por um dermato no SUS, mas não tínhamos conseguido. Neste meio tempo fomos atrás de pagar uma particular”, relatou.
Então, eles começaram a ser atendidos pela especialista. “A médica disse que nunca tinha visto algo assim. Então fomos tentando vários tratamentos, hidratantes, medicamentos”, relatou a mãe. Inicialmente a doença era tratada como doença cutânea inflamatória crônica.
Mesmo com acompanhamento, o quadro continuou piorando. Durante este tratamento, Camila foi chamada para buscar o atendimento pelo SUS. “Para isso a gente tinha que tirar as fotos dele, que iam ser mandadas para uma análise em Florianópolis e em seguida conseguimos o dermatologista”, disse.
A mãe conta que o médico então cortou as medicações e manteve apenas o corticoide. O que entrou em desacordo com a médica que a família havia pago particular.
“A gente optou por ficar na particular, até porque estávamos fazendo um acompanhamento de 15 em 15 dias e com o SUS era uma vez por mês. Mas, como continuava o quadro também procuramos um reumatologista”, explicou.
Texto e foto: reprodução/ND Mais, com edição NH Notícias








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