Cotidiano

Operação reprova 28 bombas de combustíveis no Litoral do Paraná

Bombas combustivel
foto de Gilson Abreu

Entre os dias 3 e 13 de fevereiro, o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem-PR) realizou a fiscalização em postos de combustíveis do Litoral do Estado para garantir que veranistas e moradores não fossem prejudicados na hora de abastecer. A operação ocorreu em Pontal do Paraná, Matinhos e Guaratuba.

 

Ao todo, foram vistoriados 16 postos onde foram analisadas 178 bombas medidoras de combustíveis. Desse total, 28 bicos foram reprovados por apresentarem uma ou mais irregularidade. A operação resultou na lavratura de quatro autos de infração.

 

Apesar das irregularidades identificadas, os fiscais não constataram a prática conhecida como “bomba baixa”, quando o consumidor recebe menos combustível do que o indicado no visor. Segundo o Ipem-PR, as falhas encontradas foram de menor gravidade e não representaram prejuízo econômico direto ao consumidor.

 

A força-tarefa também avaliou 116 balanças do comércio da região, com sete reprovações por não terem as inscrições obrigatórias e/ou erros de medição acima do máximo admissível.

 

O trabalho de fiscalização segue critérios técnicos definidos nacionalmente. Inicialmente, os agentes verificam se os dígitos das bombas estão íntegros e legíveis, além de conferir os pontos de selagem, que não podem estar violados. Na sequência, é realizado o teste volumétrico com a utilização de um recipiente padrão de 20 litros.

 

De acordo com as normas do Inmetro, a margem de erro permitida para esse volume é de até 100 mililitros a menos (em desfavor do consumidor) ou até 100 mililitros a mais (em favor do consumidor). Caso o erro ultrapasse esse limite, o equipamento é considerado irregular.

 

O consumidor também pode solicitar a verificação da bomba no momento do abastecimento, caso desconfie de inconsistências.

 

Entre os problemas mais recorrentes estão vazamentos, erros de medição acima do permitido, alterações indevidas na estrutura do equipamento, falhas no dispositivo de predeterminação de valores e dígitos danificados que dificultam a leitura.

 

Texto e foto: reprodução/AENPR, com edição NH Notícias

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