Cotidiano

Oficinas e canteiros de trabalho favorecem reintegração de presos no Paraná

O Paraná vive um momento de expansão das atividades laborais, educativas e de capacitação profissional dentro do sistema prisional. Oficinas, aulas, canteiros de trabalho e projetos de produção passaram a ocupar um espaço central na rotina das unidades, criando novas oportunidades de reintegração. Atualmente, 15.015 pessoas privadas de liberdade participam de atividades laborais no Paraná, o que representa 35,30% da população carcerária.

 

A estratégia abrange desde a realização de atividades produtivas internas até a formação de parcerias com empresas privadas, cooperativas e instituições públicas, com o objetivo de garantir ocupação, qualificação e dignidade às pessoas custodiadas.

 

“Nossa responsabilidade enquanto gestão é incentivar ações que devolvam dignidade, qualificação e oportunidades às pessoas privadas de liberdade. A execução penal não se limita ao cumprimento da pena. Ela precisa oferecer caminhos reais de mudança”, destaca a diretora-geral da Polícia Penal do Paraná (PPPR), Ananda Chalegre.

 

De acordo com ela, os canteiros de trabalho têm se consolidado como um dos principais instrumentos de ocupação produtiva, reunindo desde serviços internos, como lavanderia, manutenção e jardinagem, até linhas de produção mais complexas, que incluem fabricação de blocos de concreto, confecção de uniformes, marcenaria, costura e oficinas industriais.

 

Texto e foto: reprodução/AENPR, com edição NH Notícias

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