Cotidiano
Menina de 3 anos morre depois de médicos confundirem doença cardíaca com virose

Uma menina britânica de 3 anos morreu após uma doença cardíaca ser inicialmente confundida com virose. Penny Dunn começou a apresentar tosse persistente e, após passar por atendimento médico, recebeu o diagnóstico de virose. Meses depois, a criança foi diagnosticada com cardiomiopatia dilatada, uma condição que compromete o funcionamento do coração.
Penny era considerada saudável pela família antes do início dos sintomas. A tosse, porém, não melhorava e evoluiu para falta de ar. Por isso, os pais levaram a criança ao hospital, onde os médicos atribuíram o quadro a uma virose e prescreveram uma bombinha para asma.
O tratamento, porém, não trouxe melhora significativa. Nos meses seguintes, a saúde da menina continuou piorando.
No fim de junho, quando praticava esportes na creche, Penny sofreu uma convulsão e precisou ser levada às pressas para o pronto-socorro. Na unidade, os médicos identificaram alterações nos batimentos cardíacos e perceberam que o coração não estava conseguindo bombear sangue adequadamente para o corpo.
Após a nova avaliação, os médicos descobriram que Penny tinha cardiomiopatia dilatada. A doença provoca o aumento do coração e prejudica a capacidade do órgão de se contrair e transportar sangue para o organismo.
A menina passou por uma cirurgia para tentar corrigir o problema. Entretanto, quando recebeu o diagnóstico, a condição já estava avançada. O cérebro e outros órgãos não estavam recebendo oxigênio adequadamente.
Semanas depois da operação, Penny entrou em coma. A família decidiu realizar todos os exames possíveis para avaliar as condições da criança. Os médicos, então, informaram que não havia perspectiva de recuperação.
Apesar do diagnóstico inicial de virose, Courtney afirmou que não culpa os médicos pelo que aconteceu com a filha. Para ela, a equipe de saúde fez o possível diante do quadro apresentado pela criança.
Texto e foto: reprodução/Banda B, com edição NH Notícias










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