Região
Buscas por menino autista desaparecido seguem em Araucária

As buscas pelo menino João Gabriel Ferreira dos Santos (5 anos), desaparecerido em uma área rural de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, ganharam o reforço do Amber Alert Brasil, ferramenta do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em parceria com a Meta que divulga alertas de desaparecimento de crianças e adolescentes para usuários do Facebook e do Instagram em um raio de até 160 km do local onde a vítima foi vista pela última vez.
João Gabriel é uma criança com transtorno do espectro autista (TEA), nível 2 de suporte, não verbal. Ele desapareceu na manhã de domingo (26), após informar à mãe que iria ao banheiro, localizado na área externa da propriedade rural onde estava com familiares. Segundo relato da família, sua ausência foi percebida por volta das 9 horas. O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) foi acionado às 12h10 e iniciou imediatamente uma operação integrada de busca.
Segunda-feira (27), cerca de 150 pessoas permaneceram mobilizadas na força-tarefa, entre bombeiros militares, voluntários e equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Guarda Municipal. A operação empregou até o momento drones com câmera termal, mergulho técnico, dois binômios de busca com cães, a aeronave Arcanjo 01, do CBMPR, a aeronave Falcão 08, da Polícia Militar do Paraná, além de 10 viaturas.
As equipes estão concluindo as varreduras nos tanques existentes na região com o auxílio de sonar. Até o momento, não foram identificados indícios da presença da criança nesses locais. Embora essa etapa da operação esteja praticamente finalizada, as áreas não são consideradas totalmente descartadas e as buscas continuam tanto em ambiente aquático quanto terrestre.
Durante o primeiro dia de operação, as equipes realizaram varreduras em uma área aproximada de 3 km quadrados, utilizando diferentes técnicas de busca. A região é predominantemente agrícola, com vegetação densa, áreas de mata fechada e diversos tanques e açudes, fatores que aumentam a complexidade dos trabalhos.
Texto e foto: reprodução/AENPR, com edição NH Notícias









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